Hora. De liberdade
No topo da montanha
Um dia está terminando
Por do sol final entardecer
Hora de me soltar adiante
Descalça atravesso mundos
De sapatos limito-me á ruas
(Descalço-me)
Vejo estrelas que surgem
Pontinhos na escura noite
Entre o infinito, e a terra
Infinito de brilho cintilante
Estrelas de energia pulsante
(Liberto-me)
Converso com a minha voz
Alma minha superfície livre
Que passa, e que me vivência
Silencio no meu in (consciente)
Espaço invisível de muitas cores
Inconsciente, de asas sem amarras
Poesia: Maria José Callado / 01.08.11
Foto - MJSC - Dalcahue / Chile 2014